Num pequeno e frágil barquinho faz-se o pescador ao mar, leva consigo o ultimo carinho do filho que fica na praia a chorar.
Da mulher, sente ainda os abraços e da mãe já velhinha o seu sorriso, mas, é obrigado a cortar os laços pois o sustento da família depende disso.
Faça sol, chuva ou tempestade o pescador tem de tentar a sua sorte, embora lembrando os seus com saudade e por vezes a ter de desafiar a morte.
As redes são lançadas à água e sem que nunca se queixe, sentido o gosto da mágoa roga a Deus que tragam peixe.
Enquanto decorre a espera ele pensa com amargura, e quase se desespera com esta vida tão dura.
Mas quando algo corre mal e alguém se perde no mar, interroga-se… mas afinal para quê tanto lutar?
Mas se a sorte vem a favor, logo exalta de emoção, tem muito orgulho em ser pescador, tem consigo o gosto da profissão.
Mantra: - "Mesmo quando o mar ameaça, eu escolho lançar as redes. Mesmo quando a saudade pesa, eu escolho honrar o meu caminho. Mesmo quando tudo parece duro, eu escolho viver com dignidade."
Autoria: - Mia Ressu **
Imagem de "criação"AI - pessoal
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