Vivemos tempos de tensão global, onde o medo e o ódio parecem ganhar terreno com demasiada facilidade.
A Humanidade debate-se entre avanços científicos extraordinários e retrocessos éticos preocupantes.
É precisamente por isso que conversas serenas, rigorosas e abertas, como a que recentemente juntou Rui Costa, Presidente do Allen Institute, e Luís Portela, médico e neurocientista, Presidente da Fundação BIAL - se tornam tão necessárias.

Este meu texto, nasce desse encontro e da urgência de recentrar o que realmente importa: a capacidade humana de unir, compreender e construir, em vez de destruir.
Hoje assistimos a uma Humanidade que parece empenhada em desfazer aquilo que levou milénios a erguer.
Guerras que se multiplicam, discursos de ódio normalizados, manipulação emocional em massa, tecnologia usada como arma. Tudo isto revela um mundo que perdeu o eixo.
É neste cenário que dois nomes conhecidos da Ciência se sentam frente a frente no programa Simetrias:
- Rui Costa, Presidente do prestigiado Allen Institute, em Seattle, um dos centros de investigação do cérebro mais avançados do mundo;
- Luís Portela, médico e neurocientista, Presidente da Fundação BIAL, cuja investigação tem explorado tanto a neurociência clássica como as dimensões mais subtis da consciência.
O mais relevante não é o que os separa, é o que os une.
Um representa a ciência dura, molecular, experimental. O outro representa a ciência que ousa olhar para o invisível, para o que ainda não tem nome. A parte Espiritual que se agrega à Ciência.
E ambos reconhecem que a realidade é maior do que qualquer disciplina isolada. Que a Ciência não explica tudo.
Ambos aceitam que a espiritualidade não é inimiga do conhecimento.
Ambos compreendem que o diálogo é possível sem ódio, sem arrogância, sem trincheiras.
Este encontro é um exemplo do que falta ao mundo: capacidade de escutar, integrar e construir.
Porque o problema não é a diferença, é o ódio que se instala quando a diferença é usada como arma.
E é aqui que entra a palavra que muitos "evitam"\ por parecer "utópica", mas que é, na verdade, a mais poderosa de todas: - Amor.
Não o amor romântico. Não o amor sentimental, mas o Amor como princípio ético. Como reconhecimento da dignidade humana. Como força que impede a desumanização e que neutraliza o Ódio. Porque o ódio só prospera onde o Amor está ausente.
O mundo não precisa de mais armas, mais discursos inflamados ou mais divisões.
Precisa de consciência. Precisa de responsabilidade. Precisa de diálogo. Precisa de Amor entendido como força unificadora.
Precisa de consciência. Precisa de responsabilidade. Precisa de diálogo. Precisa de Amor entendido como força unificadora.
E é por isso que esta frase não é utopia, é necessidade:
O Amor como força unificadora consegue vencer o Ódio e fazer uma Humanidade mais pacificada.
Autoria: - Mia Ressu 📖
Imagem: AI - de criação própria
Autoria: - Mia Ressu 📖
Imagem: AI - de criação própria

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