Há gestos que passam. Palavras que se perdem. Olhares que não se repetem.
Mas há também um sopro que fica. Fica no espaço entre o que foi dito e o que foi sentido. Fica no silêncio depois do adeus. Fica no eco de uma presença que não se apagou.
Esse sopro não tem nome. Mas tem memória. Não tem forma. Mas tem raiz.
E quando o sentes… sabes que não estás só. Porque o sopro que fica… é o que te lembra quem tu és.
Autoria: - Mia Ressu
Imagem: - (AI) de criação - pessoal

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