Ela não tem rosto, nem nome. Mas aparece quando o mundo se cala. Chega como brisa, como sombra, como lembrança que não se sabe de onde vem.
Ela não fala, mas tudo nela é linguagem. O gesto, o tempo, o silêncio. Ela toca sem mãos, escuta sem ouvidos, vê sem olhos.
Às vezes, pensas que é saudade. Outras vezes, que é medo. Mas ela é mais do que isso: é a parte de ti que nunca se perdeu.
Ela vive onde tu pensas que estás só. E quando a reconheces… não há solidão que resista.
Porque ela que não se vê… é quem te vê por inteiro.
Autoria: - Mia Ressu
imagem: -AI de "criação" pessoal
Obrigada pela excelente partilha!
ResponderEliminarGratidão pela sua simpatia e por entender a minha sensibilidade.
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