Chorei como quem se reconhece. Não era apenas um filme, era um espelho: a amizade entre uma jovem e um cavalo Mustang, (dos meus preferidos), trouxe-me à lembrança todas as vezes em que senti, que os animais me compreendem melhor do que os Seres Humanos.
Escutando a narrativa feita pelo próprio cavalo, ouvi o "som" que tantas vezes imagino nos olhos dos animais, uma voz de coragem, de dor e de esperança.
Cada galope era um gesto de liberdade, cada pausa um silêncio, mas cheio de verdade.
As lágrimas que me caíram não foram só pela história, mas pelo que ela me disse de mim mesma: que a lealdade sem máscaras existe, que a amizade pode atravessar até o "tempo", e que a dignidade é o maior triunfo, que podemos usufruir e exibir.
No fim, o cavalo corria à beira-mar, e senti o mesmo dentro de mim, enquanto ele pensava que sua mãe lhe dizia que, um Mustang é sempre corajoso.
E emocionada, ao chorar, percebi que guardo essa mesma coragem, a de continuar, mesmo quando o mundo parece querer "derrubar-me.
Nota Pessoal: Este texto não descreve o filme, mas a emoção que me despertou, porque parecia que estava a viver todo aquele "contexto".
Mantra: - “Sou livre como o Mustang, leal como o silêncio dos animais. A minha verdade não precisa de aplausos.”
Autoria: - Mia Ressu **
imagem: - de "criação"AI - pessoal-
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