
Com uns calções em farrapos andam na rua qual vadio,
atrás de uma bola de trapos tentando enganar o frio.
Se o frio, também a fome eles tentam enganar,
só de vez em quando comem e por vezes têm de roubar.
Se num impulso de bondade os levam para uma vida decente,
na primeira oportunidade fogem e, voltam à vida de sempre.
Lá voltam eles para a rua onde o banco do jardim é sua cama,
como cobertor, têm a lua e uns velhos jornais, como pijama.
Nós transeuntes que passamos se lhes queremos dar a mão,
por mais tentativas que façamos Eles dizem-nos sempre que não
De nós apenas o que querem é dinheiro, só dinheiro e nada mais,
uns, dizem que é para comerem outros, que o têm de levar aos pais.
Neste quadro o que mais me insulta é que estes meninos tudo aceitam,
pedem e roubam para a gente adulta, que dos mais pequenos, se aproveitam.
E se nós não fizermos um alerta para se tentar encontrar uma solução uns,
decerto irão cair na sarjeta, e outros vão acabar na prisão.
Mas como acredito em DEUS Peço-lhe por estes meninos,
Que Ele os guie lá dos Céus e modifique os seus destinos.
Mantra: - Quando tudo parece perdido, esforço-me para acreditar na mudança, quando o "Mundo" ignora, eu olho com compaixão, e escolho agir em consciência.
Autoria: Mia Ressu **
Imagem: de "criação"AI - pessoal -
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